Cremesp lança guia de direitos dos médicos contra os abusos praticados por operadoras |
![]() Renato Azevedo: "objetivo do novo guia é auxiliar os médicos na relação com as operadoras de saúde" O Cremesp elaborou a cartilha com o objetivo de auxiliar os médicos na relação com as operadoras de saúde e indicar caminhos para que os profissionais possam se defender das arbitrariedades cometidas por operadoras da saúde suplementar ", explicou Renato. Ele agradeceu especialmente aos membros da Câmara Técnica de Saúde Suplementar do Conselho, responsáveis pela realização do Guia. No texto de apresentação do livro, Azevedo destaca que o setor suplementar exige a forte presença do Estado na defesa dos direitos de pacientes e profissionais da medicina. Estiveram presentes ao evento os conselheiros Sílvia Helena Mateus, Silvana Morandini, João Ladislau Rosa, Ruy Tanigawa e Renato Françoso. Também participaram da solenidade Aloísio Tibiriçá Miranda (Conselho Federal de Medicina - CFM); Cid Célio Carvalhaes e Márcio Bichara (Federação Nacional dos Médicos - Fenam); Florisval Meinão (APM); Florentino de Araújo Cardoso Filho (Associação Médica Brasileira - AMB); Jurandir Coan Turazzi (AMB - Joinville - SC) "Florisval Meinão parabenizou o Cremesp pela iniciativa, enfatizando que o lançamento do guia caracteriza a "manifestação de uma instituição oficial sobre um tema de grande interesse dos profissionais de Medicina". ![]() http://www.cremesp.org.br/?siteAcao=NoticiasC&id=2402 |
segunda-feira, 5 de março de 2012
Saúde suplementar
Saúde requer os 10%
| 05-03-2012 |
Cremesp promove e recebe formulários coletivos de assinaturas à proposta de projeto de lei |
O Cremesp está promovendo, em sua sede e nas 33 delegacias regionais, a recepção de formulários e a coleta de assinaturas à proposta de projeto de lei de iniciativa popular para aumentar os recursos ao Sistema Único de Saúde (SUS). Com o objetivo de alterar a recém-aprovada Lei 141/2012, que regulamentou a Emenda Constitucional 29 (EC-29), a proposta estabelece que a União aplique percentual igual ou superior a 10% de sua Receita Corrente Bruta (RCB) na saúde pública, o que representaria mais R$ 35 bilhões ao SUS. Antes da regulamentação da EC-29, movimentos da sociedade civil organizada, incluindo as entidades médicas, mobilizaram-se e até realizaram uma passeata em Brasília para sensibilizar o Poder Legislativo a destinar os 10% da RCB para o SUS. Mas a Lei 141, aprovada pela maioria dos parlamentares, estipulou a aplicação, no setor de saúde, de 12% dos recursos dos Estados e 15% dos municípios, porém não determinou o percentual reivindicado do governo federal. Para ser levado ao Congresso Nacional, o projeto de lei precisará da assinatura de pelo menos 1% dos eleitores brasileiros – aproximadamente 1,4 milhão de pessoas. “O Cremesp pede apoio dos médicos e da sociedade a essa proposta de suma importância para o SUS resolver a sua situação de subfinanciamento”, destacou o seu presidente, Renato Azevedo Júnior. Aqueles que quiserem aderir à campanha podem assinar a proposta na sede do Cremesp (rua da Consolação, 753 - Capital) ou em qualquer uma das suas 33 unidades regionais (acesse AQUI os endereços). O Cremesp também disponibiliza o modelo de formulário para recolhimento coletivo de assinaturas. Após a coleta, os formulários podem ser entregues ou enviados a qualquer um dos endereços do Cremesp, na capital ou interior. Para validar a campanha é importante assinar o documento, além de colocar, de forma legível, o nome completo, o endereço e o número do título eleitoral. “Nos moldes do projeto de iniciativa popular que possibilitou a criação da ‘lei da ficha limpa’, nossa mobilização pode tornar realidade uma ‘lei da saúde’ que garanta mais recursos ao setor, que vem sendo sistematicamente negligenciado em nosso país”, alertou Renato Azevedo. A iniciativa é da Frente Nacional por Mais Recursos na Saúde, lançada em 3 de fevereiro na sede da Associação Médica Brasileira (AMB), com apoio do Cremesp, do Conselho Federal de Medicina (CFM), Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Academia Nacional de Medicina, Associação Paulista de Medicina (APM), Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Confederação Nacional dos Trabalhadores de Saúde (CNTS) e Federação Brasileira de Hospitais, entre outras entidades da sociedade civil organizada. Confira a íntegra do projeto de lei de iniciativa popular para aumentar os recursos ao SUS e o formulário de coleta de assinatura para impressão. Mais informações pelo telefone (11) 3017.9300. http://www.cremesp.org.br/?siteAcao=NoticiasC&id=2397 |
Planos de saúde oferecem cobertura obrigatória de 40 consultas por ano com psicólogos
A Resolução Normativa nº 262 de 2011 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) traz novos procedimentos que deverão ser oferecidos pelas operadoras de saúde. Com a norma ampliou-se consultas, cirurgias e exames oferecidos pelas operadoras. Além disso, também serão divulgadas informações sobre o profissional de saúde, o que garante conhecimento prévio dos serviços prestados. Entre as novas regras, estão incluídos itens diretamente relacionados ao exercício da Psicologia.
Em 2012 as operadoras de planos passam a oferecer cerca de 60 novos procedimentos...
Usuários trocam Cracolândia de SP por Campinas
Arredios, eles admitem terem vindo da Capital em busca de um lugar “tranquilo”
03/03/2012 - 16h14 . Atualizada em 04/03/2012 - 14h45| Luciana Félix |

Usuários de crack na Avenida Aquidabã
(Foto: Elcio Alves/AAN)
(Foto: Elcio Alves/AAN)
Parte dos usuários de crack expulsos pela Polícia Militar (PM) da Cracolândia, no Centro de São Paulo, no começo do ano, migrou para Campinas. Eles deixaram a área — que ficou conhecida na Capital durante anos como um território dominado pelo tráfico de drogas e a prostituição — em busca de um novo ponto para viver nas ruas e usar drogas sem serem incomodados por ações policiais. Encontraram a região do Viaduto Cury.
A reportagem esteve três vezes no local na última semana e encontrou com os novos moradores. Arredios, eles admitem terem vindo da Capital em busca de um lugar “tranquilo”, mas evitam prolongar as conversas. Sem se identificar, dizem já estar “entrosados” com os antigos habitantes e até batizaram a nova morada: Comunidade. Os antigos moradores de rua confirmam a chegada dos forasteiros, a quem chamam de “novas caras”, e a convivência pacífica.
Não existe um levantamento oficial da Prefeitura ou da polícia sobre a quantidade de viciados que chegaram à cidade. O fenômeno migratório começou logo após as ações em São Paulo. Lá, a PM ocupou a Cracolândia e expulsou, de forma polêmica, centenas de pessoas. Muitos acabaram indo a outros bairros da própria Capital, mas parte deixou a cidade.
Comerciantes e moradores do Centro de Campinas estão assustados com o aumento dos usuários de droga na região. A sensação de insegurança, dizem, cresce ao anoitecer. “De dois meses para cá aumentou muito. A gente passa e eles pedem dinheiro. É complicado
A reportagem esteve três vezes no local na última semana e encontrou com os novos moradores. Arredios, eles admitem terem vindo da Capital em busca de um lugar “tranquilo”, mas evitam prolongar as conversas. Sem se identificar, dizem já estar “entrosados” com os antigos habitantes e até batizaram a nova morada: Comunidade. Os antigos moradores de rua confirmam a chegada dos forasteiros, a quem chamam de “novas caras”, e a convivência pacífica.
Não existe um levantamento oficial da Prefeitura ou da polícia sobre a quantidade de viciados que chegaram à cidade. O fenômeno migratório começou logo após as ações em São Paulo. Lá, a PM ocupou a Cracolândia e expulsou, de forma polêmica, centenas de pessoas. Muitos acabaram indo a outros bairros da própria Capital, mas parte deixou a cidade.
Comerciantes e moradores do Centro de Campinas estão assustados com o aumento dos usuários de droga na região. A sensação de insegurança, dizem, cresce ao anoitecer. “De dois meses para cá aumentou muito. A gente passa e eles pedem dinheiro. É complicado
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